Depois de tantas emoções chegou a hora de amamentar pela 1º vez, foi estranho, mas a sensação de estar a amamentar aquele pequeno anjinho superava tudo. Aqueles olhinhos rasgados, a boca carnuda, tal como a minha, as mãos, os pés, tudo era perfeito nele. Reparei também que ele tinha duas manchas de nascença que o diferenciam de qualquer outra pessoa. Aí chegou a hora de ir para o quarto. Mas já eram 20.30h e ninguém poderia acompanhar-me até lá. A enfermeira pegou nas malas e levou-me na maca com o Guilherme do meu lado, puseram o bébé no berço e ajudaram-me a passar para a cama. Só passado duas horas é que poderia comer e por-me em pé.
Estava com as emoções ao rubro, mas senti-me chateada, tinha acabado de ter o Gui, e não deixaram ninguém acompanhar-me.
Mas lá entendi que eram regras aceitei. Trouxeram-me o chá e as bolachas e vieram dois enfermeiros ajudar-me a por de pé, para ver se estava realmente bem. Senti-me muito tonta o que era normal, voltaram a deitar-me mas não conseguia dormir, estava encantada a olhar para o Guilherme, pois sabia que agora tinha o meu FILHO.

Sandra Mota,
ResponderEliminarcom pujança de boa Mãe no pintar de casa segundo do seu pequeno "Gui". Realmente encantadora a estrada por onde fazes os caminhos e corredores das lembranças e primárias do mundo do teu querido filho.
Amamentar esse Bem que entregaste ao mundo que é o de todos nós, é mais um atributo de uma mulher de mil virtudes.
Numa sociedade consumida pela imagem e ligeireza de razões, tu mais uma vez devolves a verdade do amor, tendo como base do mesmo, o pensamento primeiro no teu Guilherme! Que sorte a do teu menino e dos que compartilham contigo a vida que fazes...sabes que muitas mães pura e simplesmente rejeitam esse "sacrifício", sim, às vezes chega a ser, outras vezes não, mas, qual a boa Mãe que não o faz sabendo que nada melhor para o bebe do que o alimento natural do peito da Mãe?
Dá-lhe o peito até ao último dia que conseguires, dessa forma irás fazer do "Gui", um bebe muito mais resistente e forte para os dias conturbados que inevitavelmente surgirão. Parabéns mais uma vez Sandra Mota!
Cumprimentos,
Manuel