Pedi a minha mãe para não receber visitas logo a chegada de casa, queria descansar.
Guilherme na chegada a casa.
Desde o ínicio que a minha mãe me ajudou, tomava conta dele enquanto descansava. O que mais gostava era de amamenta-lo, sim porque é uma sensação única. Começei a sentir-me melhor, já não me sentia deprimida.
Os meus dias passaram a ser mais completos e até divertidos, porque tudo era novo, tudo era engraçado.Mudar fraldas mudar a roupa, desinfectar o cordão umbilical, tudo uma grande aventura. O Guilherme era parecidíssimo com o pai, e eu tinha um ciúminho,dos bons claro. O novo membro da família era tão amado...
Tenho a certeza que se não tivesse a minha mãe do meu lado, sempre atenta, sempre chatinha como lhe chamo carinhosamente não teria conseguido. E eu estava prestes a fazer 18 anos...Tinha muitas decisões a tomar.

Bom Dia Sandra Mota!
ResponderEliminarAtrevo-me a dizer que cada episódio dessa tua passagem pelo mundo real do nascimento do teu Guilherme, traz-me à memória sensações nostálgicas...é de facto uma homenagem ao teu menino do mais alto padrão de nobreza. Guarda tudo muito bem, para que um dia ele possa ler-te nos olhos este amor aqui transcrito e vislumbrado de igual modo no momento em que te agradecer. Não vou dizer-te que é um processo único, mas, para ti e para o "Gui", é o vosso momento!
Jamais te arrependerás de te teres dedicado de corpo, alma e amor a esse instante de mundo novo que é o teu querido bebe.
Para que te conste nos registos futuros, deixo aqui o meu feliz olhar num ser muito lindo de verdade...ele transmite nesta imagem toda a beleza, e carinho de que foi e é certamente revestido...Parabéns!
É muito bonito o teu "Gui"!
Cumprimentos,
Manuel